Durante anos, o passa-palavra foi o seu melhor marketing. Um cliente satisfeito contava a um amigo, o amigo trazia a família, e a sala foi enchendo. Funcionou, e é natural ter carinho por essa forma de crescer: é humana e feita de confiança.
Mas, sozinho, o passa-palavra já não chega para o fazer crescer. Vamos perceber porquê e o que o complementa.
O problema do "marketing da esperança"
Espera que o cliente goste, se lembre, fale bem a alguém e que essa pessoa apareça. O problema não é a intenção, é o controlo:
- Não sabe quando acontece. Pode trazer 10 clientes este mês e 2 no seguinte.
- Não consegue acelerar. Não há botão para "mais passa-palavra amanhã".
- Não consegue medir. Não sabe quem falou de si, nem a quem.
- Não consegue repetir à vontade.
O que mudou lá fora
Os clientes mais jovens esperam pedir online, ver o menu no telemóvel e seguir o restaurante nas redes. Quem depende só do boca a boca não está errado, está a usar as ferramentas de ontem num mercado de hoje.
O que o complementa: um canal que controla
Não precisa de abandonar o passa-palavra. Precisa de o potenciar com algo que ele não dá: controlo. Um canal próprio, com o site de pedidos, a lista de contactos e a fidelização, dá-lhe:
- Previsibilidade. Precisa de mais vendas na terça à noite? Envia uma oferta à sua lista.
- Medição. Sabe quem comprou, quanto e quando.
- Repetição. Fala com os clientes quando quiser.
- Escala. Cresce ao ritmo que decidir.
E turbina o passa-palavra: com um pedido de avaliação no momento certo e um motivo para voltar (cashback e pontos), cada cliente satisfeito torna-se um divulgador ativo.
Ao lado dos marketplaces
Os marketplaces continuam a ser uma ótima montra para clientes novos. O canal próprio é para quem já o conhece ou o recomenda. Juntos, e com presença nas redes e no Google, fazem o marketing 360° do restaurante.
Como a GetFoodies dá esse controlo
Site e app de pedidos com a sua marca, a lista de clientes que é sua, fidelização e email marketing. Com o Get Social, o marketing à volta (redes, Google, newsletter) também fica tratado.
A pergunta que devia fazer
Da próxima vez que tiver uma sala vazia numa noite fraca, pergunte: "tenho forma de fazer alguma coisa hoje, ou só posso esperar?" Se for "só esperar", já sabe o que falta.